
A publicação reúne, várias charges políticas produzidas sobre o tema e seu contexto histórico. Além dos chargistas que participarão da sessão de autógrafos, também estão incluídas no livro trabalhos de Chico Caruso, Glauco, Jaguar, Lan (o argentino mais brasileiro do Rio), Nani, Otávio e Ziraldo. Os trabalhos foram publicados no Correio Braziliense, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, O Pasquim, Movimento, Folha da Tarde e Jornal de Brasília.
O livro - rganizada em seis capítulos - é um instrumento para recuperar e divulgar a memória das artes gráficas do Brasil. A organização do volume, textos e edição de imagens são de Marcos Magalhães, consultor do senado.
O levantamento feito por Magalhães retrocede à crise instalada com o Pacote de Abril, em princípios de 1977: os artistas criaram personagens que refletiam o ambiente político da distensão. Lan concebeu a figura imaginária do jornalista, interlocutor sem censura dos políticos da transição. Claudius desenvolveu Malaquias (a consciência crítica da chamada Abertura) e Ernestino (o saudosista deslocado da Ditadura). Henfil criou Ubaldo, o Paranoico, o Sargento Flores e Xabu, o provocador.
Com informações da Agência Senado